Coisas que realmente importam na vida

– o sorriso do amor da nossa vida;

– entrar vestida de noiva na igreja de braço dado com seu pai;

– carinho de pai e de mãe;

– compor a primeira música;

– compor a música mais recente e gostar dela;

– escrever o primeiro livro (ainda que nunca publicado);

– ver a árvore que você plantou dar flores ou frutos;

– o olhar verdadeiramente amigo de seu cachorro;

– dormir abraçadinho;

– alguém te dizer que te ama;

– uma criança responder “Eu também” quando você disser “Te amo muito”;

– dançar até não ter mais fôlego;

– o cheiro de bolo da sua mãe, saindo do forno;

– amizade verdadeira;

– saúde;

– a mágica combinação de cavaquinho, pandeiro e violão;

– vestir algo que alguém querido fez para você;

– fazer música de câmara com amigos;

– abraços;

– comer chocolate à vontade na Páscoa;

– o seu perfume favorito;

– o perfume favorito do amor da sua vida;

– Jacqueline Du Pré tocando;

– Tuttis de orquestra;

– meu pai cantando ;

– cafuné no seu amor ;

– mãos funcionando perfeitamente;

– literatura;

– um beijo verdadeiramente apaixonado;

– ficar com olhos marejados de emoção depois de fazer amor;

– amar parentes de seu amor como se fossem seus parentes;

– tudo do Paulinho da Viola;

– a voz vibrante e a interpretação inigualável da Elis Regina;

– a alegria e a limpidez da voz da Clara Nunes;

– a música triste de Cartola;

– o timpre grave e arrastado da Maysa;

– Tudo do Shostakovich, mas, principalmente, o vigor de sua música;

– a garra e o ímpeto de Beethoven;

– a profundidade de Bach;

– a intensidade de Brahms;

– o crescendo que leva ao tutti de orquestra do primeiro movimento do Concerto para cello de Elgar;

– Todo o concerto para Cello de Dvorák;

– a simplicidade de Satie;

– o “Libera Me” do Réquiem do Fauré, cantado pelo Dietrich Fischer Dieskau;

– Ella Fitzgerald, a melhor de todas até hoje;

– Billy Holliday e sua voz dengosa;

– dançar Fox ao som de Sinatra;

– a garra de Rostropovich;

– a doçura de Yo-yo Ma;

– o movimento lento da Sonata para cello e piano de Rachmaninoff;

– cantar no chuveiro;

– silêncio;

– música;

– uma paisagem incrível acompanhada de brisa no rosto;

– olhar verdadeiramente para dentro de si mesmo;

– ver uma semente que você plantou brotar da terra em forma de uma plantinha bem verdinha e sorridente;

– amor de irmão;

– fazer um doce e as crianças dizerem que adoraram;

– escolher e provar “o vinho”;

– banho demorado e bem quente (ecologicamente incorreto);

– travesseiro perfeito;

– amor incondicional;

– tocar e achar, finalmente, pela primeira vez na vida, bom;

– ver um aluno desabrochar (e torcer de verdade para que ele te supere);

– fazer o que se ama.

 

– Namastê: O que há de melhor de mim saúda o melhor que há em você.

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